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Sat Nam!

terça-feira, 16 de maio de 2017


Algumas doces experiências com o Sat Nam Rasayan 


“Na era de Peixes os humanos se aproximavam de Deus fazendo esforços de todas as formas para se limpar e purificar. Agora, na era de Aquário, é Deus quem se aproxima da humanidade e nós só precisamos estar conscientes disso e permitir que isso aconteça.”

(tradução da professora Shivprem Kaur)


Certa vez eu listei para os alunos algumas das várias opções que a prática do Kundalini Yoga oferece. Além das aulas, há ainda uma imensa riqueza de experiências que podem ser adquiridas em vários outros trabalhos como, por exemplo, na arte marcial (Gatka), na arte musical com dança (Bhangra), na Numerologia Tântrica, no Karam Kriya, no Coaching Espiritual, na Humanologia, no Gongo, no som, na meditação, no Tantra, nos programas para homens, mulheres, adolescentes e crianças, no estilo de vida, na harmonização de ambientes e, dentre muitos outros, no Sat Nam Rasayan.
Alguns centros de Kundalini Yoga do Brasil já oferecem com frequência muitos desses trabalhos e, agora, a experiência da prática do Sat Nam Rasayan também chegou à Brasília. Wahe Guru!!!
Muitas são as definições que encontramos para essa antiga e maravilhosa técnica de cura yóguica. Porém, eu nunca encontrei nada que pudesse descrever as incríveis experiências que vivenciei desde os primeiros momentos de prática, tanto como aluna da formação quanto como curadora e como paciente.
O meu contato inicial com o Sat Nam Rasayan foi em 2013, já para o primeiro módulo da formação, e o presente que aquele fim de semana de curso com o Dr. Ambrósio trouxe até hoje é vivo na minha família. Pouco mais de dois meses depois que eu voltei da formação o meu pai teve um AVC e faleceu cercado pela família, no quarto do hospital, enquanto eu fazia Sat Nam Rasayan nele. E foi um momento de tamanha paz para todos ali presentes que a minha irmã se surpreendeu e comentou nunca ter imaginado que uma morte pudesse ser mais bonita do que um nascimento.
Depois eu conheci também o professor Guru Dev Singh e, conforme as relações com a prática e com os professores se estreitavam, eu finalmente deixava de lado a vontade de querer entender o que estávamos fazendo e de buscar resultados imediatos dentro de padrões esperados.
As aulas são muito práticas e para treinar nos revezamos em duplas, onde ora somos curadores ora somos pacientes. Nas duplas os pacientes se deitam no chão e os curadores se assentam ao seu lado, trabalhando em um estado de neutralidade, silêncio mental e transcendência. A mente meditativa do curador é projetada no espaço meditativo, levando o paciente a um estado de profundo relaxamento. Neste estado a intenção de cura estabelecida transcende e começa a se manifestar no plano físico. Em sânscrito, Sat Nam Rasayan significa “relaxamento profundo no Nome do Divino” ou “abandono de si na Verdadeira Identidade”. E assim, mesmo enquanto ainda estamos nos estágios de não entender nada do que fazemos ou do que fazem conosco, nós temos a doce experiência do contato com Shuniya – o “zero” onde, na tranquilidade, uma semente é plantada para criar um novo ritmo ou padrão do ser –, e com Pratyahara onde encontramos o núcleo de cada coisa finita, que é o Infinito Primordial.
Com isso, a prática do Sat Nam Rasayan também traz surpresas muitas vezes bastante divertidas e a lembrança de uma delas, em particular, até hoje me faz chorar de rir. Foi no ano passado, quando o professor Sadhu Singh veio substituir o Guru Dev. O Sadhu conduziu as aulas de uma maneira muito amorosa e no primeiro dia eu saí tão alegre que, ao dormir, sonhei a noite inteira que estava rindo muito. Mas o melhor mesmo veio no dia seguinte quando, em determinado momento, o Sadhu pediu que todos deitássemos no chão por alguns minutos. E o que ele fez foi tão incrível que, mesmo com a certeza de que estava acordada, eu não conseguia saber se estava sentada curando ou se estava deitada recebendo a cura. Vocês conseguem se imaginar pensando “Ué, mas eu não estava deitada? Será que
agora eu estou sentada? Eu estou sentada ou deitada? Mas eu não estava fazendo a cura? Será agora eu estou é recebendo?”??????? Pois foi exatamente isso que eu e uma amiga sentimos naquele momento.
Que possamos juntos ancorar o trabalho com o Sat Nam Rasayan em nossa cidade!
Com amor!
Suraj Prakash Kaur - Brasília, 3 de maio de 2017

(Patrícia Seixas)

segunda-feira, 3 de abril de 2017



Sat Nam: A história secreta do Kundalini Yoga
Publicado em 19 de maio de 2015 por abakycomunica

por James McCrae, do blog S#HIT YOUR EGO SAYS traduzido por SatBhagat Singh Khalsa

Qual a primeira coisa que você pensa quando ouve a palavra “yoga”? 
Alongamentos? Sucos e alimentos naturais? Espiritualidade pseudo-oriental? Mulheres magras usando calças apertadas antes do café da manhã? O yoga atualmente é uma tendência urbana, cuja popularidade só cresce desde a virada para o século XXI. A ironia desse “agora” no status do yoga como atividade física popular é o fato de se tratar de uma das práticas mais antigas da humanidade. No mundo contemporâneo, centros refinados de Yoga e estúdios de Bikran são apenas a manifestação mais recente de uma tradição de milhares de anos que vem se adaptando a culturas em constante transformação. Nações inteiras tiveram seu auge e seu declínio. Religiões surgiram e desapareceram. A maçã das ideias foi passada de Eva para Isaac Newton até chegar a Steve Jobs.  Mas o yoga, de uma forma ou de outra, permaneceu. 

Ninguém sabe ao certo há quantos anos o yoga surgiu. Até onde nos diz a história, arqueólogos descobriram indícios do yoga como prática tanto espiritual quanto física. Alguns dos registros mais antigos são gravuras de seres humanos em posturas que lembram as de um yogi, feitas há mais de 5 mil anos nas cidades mais prósperas da época, Mohenjo-daro e Harappa, na Civilização do Vale do Indo (região hoje formada por Índia, Paquistão, Afeganistão e Irã). O desenvolvimento do Yoga segue paralelo ao advento da espiritualidade oriental, e – antes do poder político da religião, centralizado como conhecemos hoje – a prática era considerada um método de conexão direta com o divino. A conexão entre espírito e corpo é o fundamento do yoga (a própria palavra “yoga” deriva de um termo sânscrito para “união”), que continua sendo a prática espiritual mais antiga e duradoura feita atualmente.
“Eis o mais alto dos altares, o corpo humano vivo e consciente; reverenciar nesse altar é algo muito mais elevado do que a reverência de quaisquer símbolos mortos” — Swami Vivekananda

O que exatamente é Kundalini Yoga?
Há dezenas de variações de yoga, com diferentes estilos e filosofias. Algumas formas de yoga (como o Bikram) são estruturadas como exercício físico. Outras (como o Jivamukti) são mais centradas na meditação. O Kundalini Yoga é um pouco as duas coisas, mas também se preocupa com a consciência que ativa centros de energia por todo o corpo. Uma aula de Kundalini Yoga
pode ser um ótimo exercício, mas os professores e alunos (muitas vezes de turbante branco) participam de cada kriya com uma reverência silenciosa mais semelhante à que temos num templo, não numa academia. Se você quer uma prática física aliada a um trabalho de iluminação espiritual, seu lugar pode ser uma aula de Kundalini Yoga.

“O principal objetivo [do Kundalini Yoga] é despertar todo o potencial da consciência humana em cada indivíduo; ou seja, reconhecer nossa consciência, refiná-la e expandi-la para nosso ser ilimitado. Limpar qualquer dualidade interna, criar o poder de ouvir profundamente, cultivar a quietude interior, prosperar e fazer tudo com excelência” – Kundalini Research Institute 

Breve história do Kundalini Yoga  
O Kundalini Yoga é conhecido como uma forma específica de yoga cada vez mais popular em Nova York e Los Angeles. Mas o Kundalini, talvez mais que qualquer outro yoga, tem uma história longa e fascinante. Não existe outra filosofia (física ou não) mais duradoura que o Kundalini Yoga. A despeito das filosofias religiosas mais antigas, o Kundalini não se atém a regras estritas ou dogmas. Sua natureza pura permitiu que cada geração, durante milhares de anos, encontrasse um significado pessoal nessa prática. Seu objetivo é decentralizado e abnegado – isto é, ajudar os outros a atingir seu Eu Superior. O Kundalini Yoga não se intitula como o único caminho; ele é apenas um caminho, uma ferramenta na jornada de descoberta pessoal de cada indivíduo. Participar de uma aula hoje parece algo tão novo, relevante e inovador que você pode ter a sensação de que o Kundalini Yoga é um conceito híbrido de Oriente e Ocidente desenvolvido especificamente para o século XXI. “Kundalini” é uma palavra do sânscrito antigo que significa literalmente “serpente enrolada em espiral”. Na antiga religião oriental (bem antes do budismo e do hinduísmo), acreditava-se que cada pessoa possuía uma energia divina na base da espinha, a energia sagrada da criação. Todos nós nascemos com essa energia, mas precisamos nos esforçar para “desenrolar a serpente”, colocando-nos assim em contato direto com o divino. O Kundalini Yoga é a prática de despertar nosso Eu Superior e transformar energia potencial em energia cinética.

A definição de yoga que temos hoje no Ocidente é limitada, pois descreve um tipo específico de exercício. Mas, para os povos antigos, o yoga era uma conexão sagrada entre corpo e alma. Seu objetivo não era malhar o corpo, mas fazer contato direto com Brahman, o espírito divino que habita todos nós. Religiões que agiam como intermediários entre Deus e a humanidade não eram necessárias. Apenas a prática era necessária. Das diversas formas de yoga desenvolvidas nos últimos 5 mil anos, o Kundalini Yoga era considerado o mais sagrado. Desde sua origem, o Kundalini Yoga não era ensinado em público, mas sim tratado como educação avançada. Os alunos precisavam passar por vários anos de iniciação, preparando-se para aprender as lições de espírito e corpo dos mestres de Kundalini. Durante milhares de anos, a ciência do Kundalini Yoga permaneceu oculta, passada em segredo do mestre para um discípulo escolhido, considerado merecedor. Ensinar Kundalini Yoga fora da sociedade secreta da elite yóguica indiana era algo impensável. Acreditava-se que as pessoas não estavam preparadas para acessar um conhecimento tão poderoso. Desse modo, o Kundalini Yoga permaneceu em segredo até o dia em que um sikh rebelde e sagrado chamado Yogi Bhajan enrolou um turbante branco na cabeça e tomou um voo só de ida partindo do Panjab, na Índia, para Toronto, no Canadá, em 1968. 

Yogi Bhajan
Para o Kundalini Yoga no Ocidente, Yogi Bhajan é a pedra fundamental, o ponto onde tudo começa. Não é exagero dizer que sem ele o Kundalini Yoga continuaria desconhecido para os ocidentais até hoje. Ao visitar a Califórnia no final dos anos 1960, Yogi Bhajan testemunhou a revolução cultural dos hippies, percebendo uma semelhança de muitos de seus princípios com aqueles de sua criação sikh. Ele notou duas coisas:
1) Como atestado pela busca pela expansão da consciência, os jovens nos Estados Unidos estavam ansiosos por experimentar Deus;
2)Ajudados por drogas e por um misticismo pobre, estavam fazendo tudo errado. Yogi Bhajan sabia que ensinar Kundalini Yoga fora da linhagem sagrada indiana era proibido. Mas enquanto meditava num fim de semana em Los Angeles, durante uma viagem em 1968, ele teve uma visão de uma nova espiritualidade que combinava o conhecimento antigo com a prática moderna. Terminou de meditar cheio de inspiração. Ele ensinaria Kundalini Yoga no Ocidente, proclamando: “Cada pessoa nasce com o direito de ser saudável, feliz e sagrada, e a prática do Kundalini Yoga é uma forma de reivindicar esse direito”. Sua visita a Los Angeles, planejada para um fim de semana, se transformou em residência permanente. Nos dois anos seguintes, Yogi Bhajan fundou a 3HO (Healthy, Happy, Hole Organization) e o KRI – Kundalini Research Institute. Isso era apenas o começo. Yogi Bhajan ministrou mais de 8 mil aulas de Kundalini Yoga. Criou o primeiro programa de treinamento de professores em 1969 e ensinou pessoalmente para milhares de yogis e futuros professores. Muitos de seus alunos e alunas, incluindo Gurmukh Kaur, abriram seus próprios estúdios de Yoga, e muitas aulas são dadas hoje no mundo inteiro por yogis que aprenderam diretamente com ele. 

A influência de Yogi Bhajan vai além do yoga. Ele publicou diversos livros, fundou o Dia Internacional de Oração pela Paz e trabalhou com vários governos internacionais em projetos para levar a paz e a consciência para as questões mundiais. Yogi Bhajan acreditava que todos temos a responsabilidade de melhorar a sociedade pela consciência e compaixão, e dedicou sua vida a transformar em realidade sua visão da espiritualidade prática. Depois de sua morte, o Congresso dos Estados Unidos aprovou uma resolução bipartidária em homenagem a suas contribuições para o mundo.
“O Kundalini Yoga é muito perigoso, sabe porque?  Porque quem o pratica não poderá mais ser controlado. A pessoa que o pratica é livre!” — Yogi Bhajan

Filosofia do Kundalini - o Yoga da consciência
Usando os métodos científicos desenvolvidos pelos mestres de Kundalini Yoga ao longo dos anos, somos capazes de nos desconectar do ego mundano e nos conectar diretamente com a Consciência Universal. Mas como um exercício físico pode me conectar dom Deus, na falta de uma palavra melhor? Na tradição do Kundalini Yoga, Deus não é, nem de longe, uma deidade personificada no céu. A essência de Deus é a mesma essência de todos nós. Deus é consciência criativa, a energia da qual fluem todas as coisas, incluindo nós. Podemos acessar o Brahman porque ele já faz parte de nós. Em outras palavras, todos nós somos expressões individuais da mesma energia coletiva.
O Kundalini é o método para nos livrarmos da falsa narrativa egoica da separação e experimentar a verdadeira natureza da nossa existência. Nada mal para alguns alongamentos, não é?
“Enquanto você não transformar o inconsciente em consciente, ele vai direcionar sua vida e você o chamará de destino.” — Carl Gustav Jung, autor de A psicologia do Kundalini Yoga

Cinco razões práticas para fazer Kundalini Yoga 
“Muito bem”, você deve estar pensando. “Todo esse lance antigo e divino parece fenomenal. Mas como o Kundalini Yoga pode ser bom para a minha vida?” Boa pergunta. Para os iniciantes, é um excelente exercício. As meditações incluídas nas aulas também são ótimas. Mas os benefícios que o Kundalini Yoga traz para a saúde são um bônus. Veja algumas razões para se entregar à prática:
1) Expandir sua presença expande sua vida. O Kundalini Yoga proporciona uma conexão com nossa energia central. Essa conexão nos permite viver cotidianamente com uma forte sensação de verdade individual. Essa presença se manifesta para todos que o cercam e acaba resultando em novas oportunidades e uma realidade expandida.
2) Inspiração imediata. Eu saio de cada aula com uma clareza mental que quebra antigos padrões mentais e inspira novas ideias.
3) Ter uma comunidade nos mantém sob controle. A maior parte de nós passa parte do dia rodeada de pessoas negativas que nos colocam para baixo. O contato regular com uma comunidade positiva que segue um caminho espiritual nos eleva e nos faz lembrar do que é importante.
4) A mágica acontece fora da nossa zona de conforto. O Kundalini Yoga é cheio de surpresas. Você pode estar se alongando num dia e gritando no outro. A natureza espontânea de cada aula nos deixa leves e prontos para qualquer coisa.
5) Todos são professores (inclusive você).  Yogi Bhajan dizia que não ensinava Kundalini Yoga para reunir discípulos, mas para treinar professores. O Kundalini nos lembra que cada um de nós tem uma mensagem importante para compartilhar com o mundo. Ao encontrar sua voz e ter coragem de compartilhá-la, você transforma sua vida e a de quem o rodeia.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016


A importância do psoas para a nossa saúde, vitalidade e bem-estar emocional.
psoas é o músculo mais profundo e estabilizador do corpo humano, afetando o equilíbrio estrutural, a amplitude dos movimentos, a mobilidade articular e o funcionamento dos órgãos do abdômen.
É o único músculo que liga a coluna vertebral às pernas, é responsável por nos manter em pé e o que permite levantar as pernas para andar.  O 
psoas saudável estabiliza a coluna vertebral e proporciona apoio através do tronco, além de formar um bom suporte para os órgãos abdominais.

 
 Estudos recentes também consideram o psoas,  um órgão de percepção composto de tecido bio-inteligente que incorpora literalmente, nosso desejo mais profundo de sobreviver e florescer. Ou seja, ele é  o mensageiro primário do sistema nervoso central, por isso também é considerado um porta-voz das emoções (“borboletas na barriga”). Isto acontece, porque o psoas está ligado com o diafragma através do tecido conjuntivo ou fáscia, influenciando tanto a respiração, quanto o medo reflexo.
Um estilo de vida acelerado e o estresse geram uma descarga de adrenalina que cronicamente tenciona o psoas, preparando-nos para correr, entrar em ação ou contrair-se, como forma de nos proteger.   Se mantivermos o psoas constantemente em tensão devido ao estresse, eventualmente, começarão a encurtar e endurecer. Assim dificultará a nossa postura e as funções dos órgãos que se localizam no abdômen, resultando em dor nas costas, dor ciática, problemas de disco, degeneração do quadril, períodos de menstruações dolorosas ou problemas digestivos.
Além disso, um psoas tenso envia sinais de voltagem para o sistema nervoso, interfere nos movimentos dos fluidos e afeta a respiração do diafragma. Na verdade, o psoas está tão intimamente envolvido nas reações físicas e emocionais básicas que quando está cronicamente estressado, envia constantemente sinais de alerta ao corpo, por isso pode afetar o esgotamento das glândulas supra-renais e do sistema imunológico . Esta situação é agravada pela maneira de sentar-se ou posições dos nossos hábitos diários, reduzindo nossos movimentos naturais e contraindo ainda mais os músculo.
Um psoas liberado permite alongar muito mais a parte posterior dos músculos e permite que as pernas e pélvis movam-se com  mais facilidade e independência. Melhora  a posição da coluna vertebral e de todo o tronco, com a consequente repercussão na melhoria das funções dos órgãos abdominais, da respiração e do coração.
Quando cultivamos a saúde dos nossos psoas, reacendemos nossas energias vitais que se conectam novamente com o nosso potencial criativo.
Em algumas filosofias orientais o psoas é conhecido como o “músculo da alma”, o principal centro de energia do corpo. Quanto mais flexível e forte é o psoas, mais será o nosso fluxo de energia vital através dos ossos, músculos e articulações.

O psoas seria como um órgão de canalização da energia, um núcleo que nos conecta com a terra , nos permite criar um suporte forte e equilibrado desde o centro da nossa pélvis. Assim, a coluna vertebral se alonga e, por ela é que  flui nossa vitalidade.